Pelo JPP, Paulo Alves disse não compreender os fundamentos apresentados contra a criação da Unidade Técnica de Apoio Orçamental da Assembleia Legislativa da Madeira (UTAO-RAM), sublinhando que a proposta visa reforçar o rigor e a transparência no escrutínio das contas públicas.
O parlamentar dirigiu ainda uma expectativa ao CDS, apelando a que o partido acompanhe favoravelmente a iniciativa.
“Esta proposta do JPP pretende que haja rigor e transparência, que é aquilo que o PSD tem alguma reticência, não lida muito bem”.
“Quando o Governo Regional está aqui e os deputados colocam questões, 60% das questões não são respondidas”, notou.
O deputado acrescentou que, em muitos casos, as respostas do executivo não são efetivas. “Respondem, não respondendo”, justificou.
O parlamentar do JPP enfatizou que a criação da UTAO-RAM vai ao encontro de recomendações externas sobre a necessidade de reforçar os mecanismos de controlo financeiro.
“É verdade que o Tribunal de Contas chamou a atenção para a necessidade de reforçar os mecanismos de controlo, assegurar maior rigor na gestão financeira”, parafraseou.