A discussão ou indicação de nomes para a presidência da Assembleia Legislativa da Madeira para a próxima legislatura é uma questão extemporânea, considera Miguel Albuquerque.
À margem de uma visita à Escola do Lombo do Guiné, no Arco da Calheta, o presidente do Governo Regional foi questionado sobre o nome de João Cunha e Silva, antigo vice-presidente de Alberto João Jardim no Executivo madeirense, que foi sugerido publicamente por Miguel de Sousa.
"É uma questão que está fora de tempo", disse Miguel Albuquerque, embora sublinhando que "todos podem emitir a sua opinião".
O governante reconheceu ter "muita estima e consideração" por Cunha e Silva, mas realçou que a coligação PSD/CDS-PP está agora focada na discussão e recolha de ideias para elaborar o programa de governo.
Recorde-se que, já no início do mês, Miguel Albuquerque havia sublinhado que em primeiro lugar é preciso ganhar, efetivamente, as eleições, quando instado a comentar a disponibilidade manifestada por José Manuel Rodrigues, ao JM, para continuar como presidente da ALRAM, em caso de vitória da coligação PSD/CDS-PP.
Marco Milho