O turno da noite do Hospital Dr. Nélio Mendonça esteve a funcionar praticamente em serviços mínimos, devido à expressiva adesão dos trabalhadores do SESARAM à greve geral em curso, como aponta o PCP, em nota enviada à imprensa.
Segundo informações recolhidas, pelo partido, junto do piquete de greve, a grande maioria dos profissionais aderiu à paralisação, encontrando-se os trabalhadores em funções apenas a assegurar os serviços mínimos legalmente definidos.
Na comunicação dirigida à comunicação social, o PCP saúda “todos os trabalhadores do SESARAM pela sua participação nesta luta e pela firmeza demonstrada na defesa dos seus direitos e da valorização das carreiras profissionais”, nomeadamente, na procura de “ver reconhecido o seu esforço, dedicação e responsabilidade através da valorização salarial, da melhoria das condições de trabalho e da dignificação das suas carreiras”.
O partido comunista sublinha que “a forte adesão à greve no SESARAM constitui uma clara demonstração do profundo descontentamento existente entre os trabalhadores da Saúde e da rejeição das políticas que têm agravado os problemas laborais no setor”, mostrando-se solidários “com os trabalhadores em luta e continuará a intervir em defesa da valorização dos profissionais de saúde e do reforço do Serviço Regional de Saúde público, universal e de qualidade”.