Foram apresentadas duas propostas para o procedimento concursal, lançado em março deste ano para a contratação de serviços de assessoria e consultoria técnica no domínio da gestão hospitalar, dá conta a Secretaria Regional de Equipamentos e Infraestruturas,
A este concurso público, denominado “Hospital Central e Universitário da Madeira – Serviços de Assessoria e Consultoria Técnica no Domínio da Gestão Hospitalar”, concorreram a empresa CONSULGAL, Consultores de Engenharia e Gestão, S.A. e o agrupamento composto pelas empresas Remeditec – Importação e Comercialização de Equipamentos de Saúde, S.A. e Quadrante – Engenharia e Consultoria, S.A.
Com um valor base de 2.916.235,00 € mais IVA, este procedimento vai entrar agora na fase de avaliação e verificação das propostas submetidas pelos dois concorrentes.
O júri do procedimento vai elaborar um relatório onde irá avaliar e ordenar as duas propostas, podendo propor a exclusão de alguma, caso não cumpra com os requisitos legais ou as especificações do caderno de encargos.
Recorde-se que esta aquisição de serviços visa “garantir o acompanhamento especializado para a complexidade técnica, funcional e organizacional do novo Hospital Central e Universitário da Madeira”, dá conta a Secretaria Regional de Equipamentos e Infraestruturas.
A prestação de serviços terá início após a data da comunicação do visto do contrato pelo Tribunal de Contas e decorrerá durante o prazo estimado de 42 meses, prorrogável de forma sucessiva e automática, até ao cumprimento de todas as obrigações objeto do contrato, previstas no caderno de encargos.
Este é um investimento que, segundo o Governo Regional, “surge tendo em conta a relevância estratégica do Hospital Central e Universitário da Madeira para o Serviço Regional de Saúde, permitindo assegurar o adequado apoio técnico à implementação e operacionalização do referido hospital, contribuindo para a eficiência, qualidade e sustentabilidade da futura unidade hospitalar”.
A contratação de serviços especializados de assessoria e consultoria técnica para a organização do novo Hospital Central e Universitário da Madeira, no entender do executivo, “será vital para assegurar a eficiência do planeamento e garantir uma transição fluida e sem falhas dos serviços de saúde atuais para a nova infraestrutura”.