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'Funchal Sempre à Frente' defende revisão imediata do regulamento do Mercado dos Lavradores

JM-Madeira

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Data de publicação
04 Setembro 2021
17:30

Pedro Calado, cabeça-de-lista à Câmara Municipal do Funchal (CMF), assume o compromisso de rever as taxas municipais, de alterar a forma como são feitos os concursos de licenciamento de espaços e de mudar a componente administrativa do Mercado dos Lavradores.

"Nós vamos fazer uma revisão profunda da tabela de preços, de taxas e de licenciamento do Mercado", garantiu.

A candidatura 'Funchal Sempre à Frente' passou uma manhã em contactos com os comerciantes e lojistas do Mercado dos Lavradores do Funchal e ouviu muitas queixas contra o actual executivo municipal.

Pedro Calado tomou nota de vários problemas que enumera: "Os comerciantes queixam-se das rendas elevadas que estão neste momento a pagar, a forma como os concursos têm sido realizados e que têm gerado dificuldades e muito descontentamento, a falta de limpeza e de asseio dentro do mercado, a falta de estacionamentos para automóveis nas redondezas, que segundo afirmam é uma situação que tem afastado muitas pessoas. Enfim, uma série de problemas que nos foram apresentados e que assumimos o compromisso de os resolver, se ganharmos a autarquia", assegura o cabeça-de-lista.

O candidato atesta ainda que os comerciantes do Mercado dos Lavradores sentem-se "defraudados" porque na altura da Covid, em que tiveram mais problemas, a CMF não isentou as rendas, apenas aplicou uma moratória, que mais cedo ou mais tarde vai cair nas suas contas, e não têm condições para fazer esses pagamentos.

O candidato pretende criar condições de saneamento básico que permitam uma limpeza e um asseio diferente dos espaços, melhorar as instalações sanitárias que estão degradadas, bem como fazer a manutenção dos elevadores e das zonas frigoríficas, que os comerciantes dizem não estar a ser feita.

Pedro Calado refere que da zona do peixe à zona de legumes e da fruta ao comércio tradicional, o Mercado dos Lavradores tem de sofrer uma remodelação muito profunda. " Queremos ir ao encontro das necessidades e dos anseios dos comerciantes e nós estamos preparados pela experiência de trabalho que temos no Mercado dos Lavradores. Durante anos e anos tratamos e zelamos pelos interesses dos comerciantes e hoje aquilo que nós constatamos é que eles sentem-se desprezados, sentem que estão a perder mais clientes e afirmam que a continuar assim, daqui a dias não têm clientes e pode ser o fim do Mercado e nós queremos evitar esta situação", sustentou, sublinhando que será criada uma Associação dos Comerciantes do Mercado para discutir todos estes problemas.

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