A intervenção na floresta, em matéria de proteção e de prevenção de incêndios, é um trabalho que, segundo Eduardo Jesus, “começou e nunca mais acaba”.
Requer vigilância permanente e investimento a vários níveis, nomeadamente na criação de zonas de corta-fogos e em acessibilidades, como acontece na Trimpica (que amanhã conta visitar) e na zona da Ribeira Brava, conforme o JM noticiou recentemente.
Eudardo Jesus fala de medidas experimentais, como vedação de algumas áreas e recurso a ovelhas, e a plantação de culturas diferentes, como café e abacate, para dar outro uso aos terrenos e levar à erradicação de infestantes.