‘Paisagens da Madeira’ foi o tema da edição deste ano do concurso de Fotografia Digital da Secretaria Regional de Educação, Ciência e Tecnologia, numa iniciativa dinamizada pela Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco, de há cinco anos a esta parte.
Este ano, foram submetidas 354 fotografias a concurso. Um número recorde, como destacaram a secretária regional e o diretor do estabelecimento de ensino, Elsa Fernandes e Ricardo Barcelos. Foram selecionadas 50 fotos dos alunos do 3º ciclo e ensino secundário, que se encontram expostas no Centro Cultural e de Investigação do Funchal.
Os três primeiros lugares foram atribuídos aos alunos António Mendes, do 7ºano da Escola Gonçalves Zarco (3º lugar), Santiago Sosa, aluno do curso de Gestão hoteleira da Escola de Hotelaria e Turismo da Madeira (2º prémio) e Diana Gonçalves, do 10º ano da Escola Básica e Secundária dr. Francisco de Freitas Branco, no Porto Santo, (1º lugar).
Os discentes foram premiados com um cartão FNAC de 50, 75 e 100 euros, respetivamente, para além de uma assinatura digital por três meses do JM-Madeira, um dos parceiros da iniciativa, e por uma mensalidade no ginásio BeFit.
De referir que um dos elementos do júri do concurso foi a repórter fotográfica do JM Joana Sousa.
Elsa Fernandes enalteceu a criatividade e o “parar para sentir” dos alunos para a realização das fotografias a concurso, para além de destacar a iniciativa da escola Gonçalves Zarco, que promoveu um concurso, mas a pensar em toda a comunidade educativa regional, no que às escolas de 3º ciclos e ensino secundário diz respeito.
O concurso foi lançado para promover o gosto pela fotografia junto dos alunos, afirmou, considerando que o mesmo desafia os participantes a “num tempo tão acelerado, a parar, observar, sentir e escolher o melhor momento para escolher a primeira imagem”, com a mais-valia de levar os discentes para o meio da natureza, indo ao encontro do tema proposto a concurso.
A secretária regional de educação destacou ainda a vertente pedagógica do concurso e a génese de ajudar os jovens também a descobrirem os seus próprios talentos. “É muito importante que, ao longo do nosso percurso e dos primeiros anos, consigamos descobrir em quê que somos bons”, afirmou.