O deputado do Chega, Hugo Nunes, manifestou reservas quanto à viabilidade financeira do Sistema Regional de Monitorização e Comunicação de Risco, de Alerta Especial e de Aviso à População, questionando a ausência de uma estimativa de custos associada à implementação da medida.
“Sejamos honestos com os madeirenses: como é que se aprova uma lei que prevê expressamente o recurso a redes de sirenes, novos dispositivos sonoros e plataformas digitais de aviso à população e se escreve, de mão leve, que isto custa zero euros ao erário público?”, questionou.
“Quem vai pagar a manutenção, a modernização tecnológica e a instalação de sirenes onde elas hoje não funcionam ou nem existem?”, perguntou.
Hugo Nunes sustentou que a ausência de uma dotação financeira identificada levanta dúvidas sobre a concretização do projeto.
“Isto significa uma de duas coisas: ou o projeto é uma lei fantasma que nasce sem orçamento para comprar, atualizar ou manter estas plataformas tecnológicas, ou o Governo Regional está a camuflar os custos reais de contratação pública de software e equipamentos”, declarou.