A CDU realizou na tarde desta sexta-feira uma iniciativa política junto ao edifício da Escola de 1º ciclo do Garachico onde o Coordenador Regional do partido, Edgar Silva, acusou o Governo Regional da Madeira de «políticas de sucateamento de equipamentos e infraestruturas públicas da Região».
De acordo com Edgar Silva, “tal como acontece no Garachico, outros edifícios escolares estão ao abandono ou mesmo transformados em sucatas. Tanto no concelho de Câmara de Lobos, como noutros concelhos da Região, existem escolas públicas deixadas ao abandono, assim como existem tantos outros edifícios e infraestruturas que revelam a falta de políticas públicas capazes de rentabilizar aqueles espaços em favor de projetos de desenvolvimento regional”.
Segundo Edgar Silva, “a Escola do Garachico é um dos casos mais claros da incúria dos governantes desta Região. A escola do Garachico está transformada numa sucata, em estado de progressiva degradação infraestrutural. Ao mesmo tempo estão a ser pagas rendas exorbitantes para arrendamento de espaços para outros projetos, enquanto o edifício da escola do Garachico está ao abandono, num vergonhoso processo de sucateamento”.
Neste âmbito aponta que este caso a CDU aponta que “é mais uma das trafulhices políticas tudo quanto já foi anunciado pelos governantes para uma eventual rentabilização do edifício da escola do Garachico. Depois de ter sido anunciado para aquele edifício no Garachico, entre tantas outras coisas, um uso para promoção de habitação pública ou mesmo a criação de uma instituição destinada a políticas públicas para as pessoas idosas, a verdade é que a antiga escola está em sucateamento”.
Com esta perspetiva Edgar Silva, reiterou que “em vez de sucatear edifícios públicos ou em lugar da privatização desses espaço construídos com dinheiros públicos, já é tempo de o Governo Regional ter um plano regional de valorização e uso de cada uma das infra estruturas ou edifícios públicos desusados reorientado-os para ambiciosas e exigentes políticas públicas de desenvolvimento humano e social”.