O Conselho Local de Ação Climática sob o lema “Construir o Futuro Climático”, que congrega um conjunto de agentes locais e regionais, reuniu-se, hoje, no Centro Cultural e de Investigação do Funchal, para refletir sobre um dos maiores desafios do nosso tempo: as alterações climáticas.
Este Conselho Local de Acão Climática surge na sequência da elaboração do ‘Plano de Ação Climática do Funchal 2030’ (PAC Funchal 2030) e após a sua aprovação camarária em setembro de 2025, o Município do Funchal deu seguimento à fase de implementação do mesmo, considerando um primeiro ciclo de acompanhamento, monitorização, avaliação e comunicação institucional do PAC Funchal 2030.
Presente neste encontro, o presidente da CMF, Jorge Carvalho, apontou para a “pertinência das alterações climáticas e o reflexo que têm, no presente na qualidade de vida dos cidadãos, na economia local e na própria «saúde» daí a importância das medidas implementadas pelas entidades públicas, no caso do Funchal, com o objetivo de conseguir uma cidade mais segura, resiliente e preparada para «os desafios”.
Neste âmbito, o ‘Conselho Local para a Ação Climática do Funchal’ (CLAC Funchal) consiste numa estrutura informal dedicada à política climática local. O CLAC Funchal estimula a implementação operacional da ação climática no seguimento do que já tem vindo a ser feito pela Autarquia, em estreita articulação com os diversos atores institucionais, bem como com a comunidade local, permitindo acompanhar as ações a desenvolver no contexto do PACF analisar e refletir sobre a sua execução, e sugerir, quando for o caso, quaisquer ajustes, alterações e mesmo novas intervenções, face à realidade vivida e perspetivada a cada momento no concelho do Funchal.
Em nota, a autarquia aponta que, neste campo, o organismo “assume uma importância relevante o trabalho colaborativo na ação climática em termos territoriais, com o estabelecimento de modelos de cocriação e cooperação alargadas e permanentes entre entidades públicas e privadas, que partilhem objetivos e oportunidades de intervenção comuns e congreguem recursos, conhecimentos e experiências transdisciplinares”.
Já a vereadora Paula Jardim, também presente neste encontro e que tutela o pelouro do ambiente:, sublinhou que a liderança camararia tem «consciência que a melhor forma para alcançar os objetivos definidos na PAC Funchal 2030 é através de uma governação mais aberta, participada e colaborativa”, e assim aponta que “por isso o Município reuniu este grupo de entidades para constituir o seu Conselho Local de Ação Climática do Funchal”, em que além de estar presente no Plano de Ação Climática, procura também “criar uma perceção que as melhores soluções para os desafios complexos raramente são construídas em isolamento”.