Miguel Albuquerque mostrou-se hoje indisponível para assumir cargos nacionais no PSD caso não comecem a ser tratadas as questões que considera serem relevantes para a Madeira.
“Se se mantiver a situação de não resolução das questões que estão pendentes com a Madeira, eu estou totalmente indisponível para presidir seja o que for”, disse o líder dos social-democratas madeirenses referindo-se à continuidade na presidência do Congresso e Conselho Nacional do PSD.
Enumerando as questões pendentes, Albuquerque indicou a “revisão da lei as finanças regionais”, “constituição do grupo de trabalho para resolvermos o problema que está há anos e anos que é a dívida do subsistema de saúde”; “a questão da terceira fase do hospital [universitário da Madeira], que tem de ir a conselho de ministros”; ou “a questão de começar a tratar do novo regime da zona franca industrial.”
Albuquerque falava aos jornalistas na Fajã da Ovelha, à margem da cerimónia de abertura da unidade de turismo em espaço rural, ‘Casas Massapez Royals’, num ato em que participou na qualidade de presidente do Governo Regional.