O líder parlamentar do PS deu início à manhã de trabalhos na Assembleia Legislativa da Madeira, com uma intervenção na qual voltou a abordar obras "desnecessárias", como as denunciadas por Sérgio Marques, mas também apontou obras do governo atual que demonstram que "mudam-se os tempos", mas mantém-se o mesmo modelo de governação de décadas, com a postura de "quero, posso e mando".
Ironizou com as declarações de Pedro Calado, presidente da Câmara Municipal, de que a ampliação do molhe da Pontinha visava defender a cidade de um eventual tsunami.
No entender de Rui Caetano, trata-se de promover um "discurso do medo" para manter pressão psicológica sobre os madeirenses relativamente a obras "inúteis".
O caos no trânsito na cidade do Funchal foi também fortemente criticado, quando o autarca tinha prometido resolver o problema.
Paula Abreu