Temporada artística da DSEAM contempla 35 eventos para assistir até ao final do ano

Catarina Gouveia

Há 35 espetáculos promovidos pela Direção de Serviços de Educação Artística e Multimédia (DSEAM) para assistir até ao final do ano, dinamizados pelas 16 formações artísticas desta instituição, nas áreas da música, do teatro e da dança.

A temporada artística para 2019 da DSEAM, da Direção Regional de Educação, foi apresentada hoje, na Fortaleza do Pico, e contempla espetáculos interativos, os habituais concertos agendados de forma descentralizada e alguns festivais e concursos como o Concurso Jovens Artistas, a 38.ª edição do Festival da Canção Infantil, a Semana Regional das Artes e o VIII Festival da Canção Juvenil.

De realçar um dos pontos fortes desta temporada, uma ‘Ópera Intemporal’ a ver no Centro de Congressos da Madeira entre 19 e 21 de julho.

Para além dos espetáculos programados para um pouco por toda a Região, há também presença em território continental, nomeadamente em Estarreja, Aveiro, com o Ensemble Vocal Regina Pacis em concerto no Dia da Mãe, 5 de maio.

A temporada, segundo o secretário regional da Educação, Jorge Carvalho, valoriza a criação de condições e de espaços para ser dada visibilidade ao trabalho dos professores, e ao talento, dedicação e empenho dos jovens, existindo mais de uma centena de professores envolvidos em todas as atividades artísticas das escolas, com milhares de alunos.

Ao ser valorizada a visibilidade do seu trabalho, surge o “princípio da prestação de contas”. “Ao darmos visibilidade a todas estas atividades estamos também a prestar contas à sociedade daquele que é o trabalho realizado nas nossas escolas e nos nossos serviços”, afirmou, relevando a importância de dar oportunidade à comunidade de avaliar esse desempenho profissional e de usufruírem de “espetáculos de qualidade”.

O reconhecimento público obtido pela DSEAM é algo que “vai alimentando a vontade de fazer melhor e a capacidade de afirmar as artes na comunidade”.

A formação artística não só tem a vertente de formar os jovens nas diferentes áreas performativas, mas também o facto de estarem a ser preparados públicos para as mesmas, sendo este um público conhecedor e exigente. “Não temos duvidas de que os nossos jovens alunos, contactando com as diferentes formas de arte, quando adultos e elementos ativos na comunidade, estarão mais despertos e disponíveis para serem consumidores críticos daquilo que é a arte e a cultura”, acrescenta.

No total, é um ano preenchido por 49 eventos, não havendo atividades programadas para agosto e setembro.