Avesso apresenta ‘Até que a morte nos separe’ no Porto Santo

Catarina Gouveia

O Teatro do Avesso está de malas feitas para levar a sua produção teatral ‘Até que a morte nos separe’ até à Ilha Dourada no próximo mês.

A comédia com texto a partir de ‘Un petit meurtre sans conséquence, de Jean-Pierre Martinez, terá duas sessões a ter lugar no Centro Cultural e de Congressos do Porto Santo nos dias 10 e 11 de agosto às 22 horas.

Esta que é a nona produção do grupo de teatro inserido na Associação Avesso estreou no início de julho no MUDAS. Museu de Arte Contemporânea da Madeira, no concelho da Calheta, e ruma agora ao Porto Santo para mostrar novamente em palco esta história que parte de “um adultério involuntário” e acaba num “homicídio involuntário”. “Um passo fácil a dar”, como lança a sinopse, sendo que “o mais difícil é fazer o corpo do crime desaparecer”.

Entre várias peripécias levadas a cena por três atores, esta “será uma peça de ‘morrer’ a rir”, garante a Avesso, não fosse este um texto adaptado pelo humorista João Pedro Ramos, que integra também o elenco ao interpretar a personagem de Henrique de Noronha.
Ao artista mais conhecido por JPRamos juntam-se Carolina Abreu, que dá corpo a Amélia, a esposa de Henrique de Noronha, assim como João Gouveia, que encara a personagem de Rodrigo, amigo do casal.

Com direção artística de Luís Melim, produção executiva de Maurícia Gabriel, fotografia e design de Roberto Ramos e desenho de luz de António Freitas, esta nona produção da Avesso segue-se a ‘O servidor de dois amos’, ‘Os Rústicos’, ‘A Farsa do Mestre Pathelin’, ‘Bem Longe Daqui’, ‘Um Vórtice’, ‘Sexta-Feira, 13’, ‘Ecografia’, e ‘Tempo Limite’.

A partir da próxima semana, os bilhetes para estas duas sessões estarão à venda no Centro Cultural e de Congressos do Porto Santo, podendo já ser garantidos mediante reserva junto dos contactos da Associação Avesso (reservas@avesso.pt ou 963355528). Os mesmos têm um custo de oito euros para o público em geral e de quatro euros para menores de 18 anos. Para grupos, com um mínimo de dez pessoas, os bilhetes custam cinco euros por espectador.

Espetáculo visto por 714 pessoas no MUDAS
Com estreia em 30 de junho e sessões nos dias 1, 2 e 3 de julho, o espetáculo ‘Até que a morte nos separe’ foi visto por 714 pessoas durante a sua temporada no MUDAS, numa parceria com o município da Calheta, no âmbito das suas festas do concelho. Entre o público que assistiu à produção de teatro, 546 referem-se a residentes na Calheta.