Inteligência artificial

Se, algum dia esta designação e tendo em atenção o desenvolvimento muito acelerado da  tecnologia, que traduzida à letra, (inteligência que diz respeito à questão “humana”, sendo por isso a função nº1 ou seja, a capacidade de entender; raciocinar; possuidora de grandes dotes intelectuais e ainda a  de encontrar a solução dos problemas mais complexos com que se depare, enquanto que artificial quer dizer “a máquina”) acabar em realidade, possivelmente que os humanos transformar-se-ão não se sabe bem em quê nem como, mas que sofrerão sérios transtornos, disso, não temos dúvidas. Trata-se de matéria não só complexa na sua essência como também de certo modo fascinante no que concerne ao trabalho laboratorial e por isso científico o que pressupõe uma recolha de informação nunca pensada como também um trabalho matemático de elevada precisão para o fabrico de aparelhos, máquinas e muito mais até agora impensáveis, tudo isto, uma “realidade”, para as próximas décadas. Entretanto se atendermos aos múltiplos desenvolvimentos neste domínio conseguidos até aos “nossos dias” que nesta altura evidencia um sem número novas descobertas em termos de : rapidez; dimensão; precisão e muito mais, como câmaras de filmar; deteção de fenómenos naturais e uma vastíssima gama de apetrechos com finalidades desconhecidas e até muito perigosas, assim como de novos conceitos com uma linguagem apropriada, ainda pouco percetível à maioria, significa que estamos no início de uma nova era, que poderá ser inteligente, mas que, sendo a máquina a mandar nisto tudo, poderá tornar-se assustadora. A vastidão da tecnologia que constitui este complexo fenómeno que os humanos estão a criar e que um dia terão que destrui-lo ou ele complexo fenómeno, desculpem a expressão, dá cabo dos humanos, terá que ser repensada a tempo e horas. Não sabemos se os investigadores na área das ciências médicas, nesta fase do processo, já se debruçaram a respeito dos efeitos nefastos que o desenvolvimento excessivo da tecnologia poderá causar ou abrir o caminho de novas e complicadas doenças sobretudo as mentais, que a acontecerem será um sério revés no progresso. O fenómeno da evolução qualquer que seja a sua natureza, é um dado adquirido, razão pela qual temos de admitir que desde os primeiros aparelhos a que eventualmente consideramos de tecnológicos, até os nossos dias, mudaram não só nas suas características como nas suas finalidades. Então, daqui por trinta anos naturalmente que também devem evoluir, pelo que estamos a perspetivar os seus efeitos bons ou maus, pouco interessa por agora; as suas aplicações; a sua produção; a sua comercialização, enfim, não esquecendo os mercados que os devam ou possam comprar para destruir os velhinhos. Que os fabricantes não desperdicem tanto investimento e mão-de-obra nos mesmos envolvida, é o que desejamos. Estes são os temas fundamentais que devem compor o livro que sobre Inteligência Artificial, está e ser preparado. As tecnologias de informação empresariais e no domínio desta matéria: operações comerciais; vulnerabilidades; atividades de risco; softwares; pagamentos; recebimentos; transportes e muito mais no que concerne à vida da empresa, estão a constituir uma revolução à escala mundial que, oxalá seja proveitosa. Porque, qualquer investigação, para conseguir mais e melhor, desenvolve-se, na maior parte das vezes, sem controlo, o que pressupõe que cada “gigante”, procura descobrir o que bem lhe apetece na perspetiva de ganhar a contenda relativamente ao vizinho ou ao inimigo que mais o incomoda. Esta situação, se não disfrutar de um acordo entre os países em cujos laboratórios se concebem aparelhos; apetrechos; máquinas cada vez mais perfeitas e inovadoras, naturalmente que vai dar asneira se efetivamente pensarmos o que possa acontecer no domínio militar.