O problema da Saúde

A saúde é um problema na Madeira de difícil resolução, mas diga-se que no Continente também é, nos Estados Unidos…

A meu ver a solução não passa tanto por novas infraestruturas, mas sim no reforço dos meios, muito se investe na Saúde, mas há de sempre ser um problema que se pode melhorar, mas que não é perfeito, como o sistema de justiça também não, e quem queira vender a imagem contrária, penso que é populista.

É sempre possível melhorar, haver mais médicos, mais enfermeiros, mais máquinas.

Se é possível comprar um novo Hospital, penso que é nisso que se está trabalhando, mas sempre com a oportunidade de melhorar os Marmeleiros e o dr. Nélio Mendonça.

Quem prometer um sistema de saúde perfeito, está a brincar com os Madeirenses.

Já há um novo Hospital Privado, quem tenha dinheiro para ir a esse que vá, os médicos mais consagrados, trabalham sempre mais para o privado, quer seja uma clínica ou um hospital; seria necessário melhorar as remunerações no Público, e haver mais fiscalização sobre o funcionamento do sistema de saúde, máxime, Hospitais, para que consagrem um bom serviço para todas as pessoas, e não um serviço a despachar.

Quanto às listas de espera, quando o Público não puder dar resposta terá de pagar o utente para ir ao privado.

Relativamente aos “Toyotas”, que é o que na gíria os médicos chamam aos idosos que são postos no hospital e que depois ninguém vem buscar, a solução seria sempre o lar de idosos, e aí tem de haver mais lares de idosos públicos e com melhores condições.

E são “Toyotas” em jeito de humor negro, porque a Toyota quando veio para Portugal, tinha uma publicidade famosa “Toyota, veio para ficar”.

Já a relação entre o Público e o Privado tem de estar melhor estruturada para condensar todos os meios possíveis ao serviço da saúde.

Se esteve mal até aqui, é preciso identificar o que se pode melhorar, e prometer o que realmente se consegue.

A saúde não deve ser uma bandeira política, pois é um problema demasiado sério e transversal a todos os partidos.

Que venham as novas políticas, mas que se diga quais são.

P. S. Não basta o juramento de Hipócrates.