Elas, os filhos delas e os professores dos filhos delas

Era quinta feira. Aí pelas 23h. Mais coisa menos coisa. Andava eu no meu jogging diário pelos principais órgãos de comunicação escrita (a oral está entregue a programas de culinária embora não tenha visto até hoje reflexos de tanta aprendizagem. A sopa continua aguada, o arroz insosso e a carne rija) e tropecei num título que referia que o Funchal já contou com 400 prostitutas! Tantas? Pensei eu. Entre portuguesas e estrangeiras... Novas e velhas! Gordas e magras. Mesmo assim é muita fruta. Não teria sido engano de quem as contou? Sei lá... Depois parei. Fiz contas. Concluí afinal que, a pecar, o número seria apenas por escasso. Pelo menos a ver pela quantidade de filhos que, só nesta paróquia, elas trouxeram ao mundo... E se, ao nosso arquipélago juntarmos o outro e o território continental, eles são definitivamente mais que as progenitoras!

Por falar em filhos das mães, tive conhecimento de que, entre tantos, apenas 8 (Berardo incluído) são responsáveis por dívidas que ascendem a 4 mil milhões de euros. Uns mais conhecidos que outros. Todos uns “sem vergonha” que vivem na maior... Fazem férias de luxo! Habitam mansões que davam para abrigar, cada uma, meio bairro da Jamaica. Conduzem carros que custam mais que um T3 em zona especulada. O que lhes acontece? Puto. Maldita mãe que os pariu...

Acho mesmo que estes fulanos deviam todos voltar à escola. Devem ter-se perdido no seu percurso académico algures bem no início... Ainda naquela matemática básica! No português essencial... De educação moral nem devem ter ouvido falar!

Fico com pena dos coitados dos professores. Juro. É que eles andaram tantos anos a tentar educar estes filhos de meretrizes para quê? Para agora verem alguns deles serem capazes de lhes negar o descongelamento e progressão na carreira docente? Vadias que os pariram...

Negar 9 anos 4 meses e 2 dias a uma classe que não se queria, sequer, avaliada? E, só por curiosidade, esse tempo já inclui as férias? Perdão... As interrupções letivas? Ou ainda vão ser para acrescentar? E será que depois dos professores não virão outros reivindicar tais direitos? Haverá dinheiro para isso tudo depois de se terem resgatado bancos, acorrido a empresas públicas falidas e garantido as reformas dos governantes e seus familiares?

Não creio, mas ainda bem que não sou governo, senão eu ainda fazia pior. Tive uma professora de música na escola da Pena que um dia me mandou dançar (sem álcool no sangue isso nunca correu bem) e saiu-se com um “oh Pedro, pareces um saco de batatas” ... Risota geral e trauma no menino que nunca mais a pode ver. Nesse tempo éramos sensíveis, hoje é bullying. Se a senhora ainda fosse viva (não faço ideia se é, oxalá o seja e ainda consiga ler) em vez de congelar-lhe a carreira eu cancelava-a...

Grandessíssima PUTA.

Calma, não é nada disso que estão a pensar...

Professora Ultrapassada Tipo Abécula.