As drogas livres da esquerda

Para a semana o Bloco de Esquerda, um partido que suporta o Governo de Portugal, leva uma lei “boazinha” ao parlamento.

Uma lei “boazinha”, porque quer que a Canábis – qual “rebuçado de funcho” dos partidos da esquerda – seja legalizada para consumo pessoal. Chamam-lhe lei para despenalizar o cultivo para uso pessoal ou recreativo.

Pedro Afonso é um Psiquiatra que escreveu um artigo de opinião no jornal Observador, com o nome “as drogas levezinhas do Bloco de Esquerda”.

Farei citações daqui em diante deste artigo de Pedro Afonso intercaladas com a argumentação da esquerda, que está disponível nas páginas da internet.

Os proponentes da esquerda defendem que “A solução repressiva não levou à redução do consumo das substâncias ilegalizadas”.

O Psiquiatra Pedro Afonso escreve que “A Associação Médica do Canadá alertou para os perigos para a saúde pública desta experiência legislativa que designou como “descontrolada”, responsabilizando o governo para o risco do aumento do consumo desta droga” (a Canábis).

Os proponentes da esquerda defendem que “Legalizar a canábis trará benefícios do ponto de vista de saúde pública. (…)Legalizar a canábis reduzirá o consumo de outras substâncias mais tóxicas e com mais consequências”.

O Psiquiatra Pedro Afonso escreve que “Como resultado de crenças erradas, difundiu-se a ideia, junto de algumas pessoas menos informadas, de que existem drogas leves. A canábis é vista como uma “droga levezinha” que não faz mal à saúde. (…)A utilização da canábis a curto prazo está associada a alterações da memória (dificultando a aprendizagem e a retenção de informação), alterações da coordenação motora (aumentando o risco para acidentes de viação), alterações do juízo crítico (aumentando os comportamentos sexuais de risco), e a um aumento de risco para o desenvolvimento de psicoses”.

Os proponentes da esquerda defendem que “Legalizar a canábis é uma medida que aumenta a segurança. (…) As consequências da legalização: nenhuma delas é prejudicial para a sociedade ou para os indivíduos”.

O Psiquiatra Pedro Afonso escreve que “Seria pedagógico convidar alguns dos senhores deputados, que agora propõem a legalização da canábis, para passar algum tempo nos serviços de urgência de psiquiatria e de pedopsiquiatria para verificarem in loco os inúmeros casos de adolescentes e jovens que dão entrada regulamente com quadros psicóticos gravíssimos, decorrentes do consumo desta substância. Alguns deles desenvolvem psicoses breves, enquanto outros, mais suscetíveis, desenvolvem esquizofrenia ou perturbações delirantes persistentes.”

É esta a esquerda que nos governa em Portugal!