2019

Este ano vai ser de eleições, na Política, na Ordem dos Advogados e até no Marítimo já se questiona a viabilidade Presidencial, caso suceda a descida.

Na Política:

O PSD/M, terá de fazer a renovação, que a acontecer, o mais certo é que seja posterior às eleições, face aos resultados que se prevêem negativos.

O JPP e o CDS-M, em princípio são os partidos com condições para decidir as eleições, dependendo de quem obtenha mais votos.

Caso as eleições sejam renhidas, aí entra o Bloco de Esquerda e o PCP nas contas, para desempatar.

O PS/M continua a navegar tranquilo, com um único problema que pode surgir por estes dias, que é a luta e discussão de lugares; a ambição de quem quer ser algo mais estando na política, por vezes rebenta qualquer tipo de projecto verdadeiramente transformador e inovador para a Madeira.

Faltam ainda as questões programáticas de base ideológica política, as quais, até acho, podem não aparecer, porque há o medo de interferir com o poder económico para não perder bases de apoio numas eleições que vão ser disputadas até às últimas, quer nos bastidores, quer nas urnas de voto, e essencialmente na Imprensa.

Até pode ser que fiquem conhecidas como as eleições da Imprensa.

Relativamente às eleições na Ordem dos Advogados, também deixo uma palavra, é tempo de se fazer a defesa da prática individual da Advocacia, é tempo de criar condições para o aparecimento da jovem advocacia.

Quanto ao Marítimo, deve ter como apanágio a aposta no jogador e até treinador Madeirense, porque é um produto de qualidade e com um preço que pouco interessa aos empresários do futebol, mas que em muito ajudaria o Maritimo.

O que acontecerá neste ano, ninguém sabe, e como diria um antigo jogador de futebol, prognósticos só no final do jogo.

Relativamente à imprensa, penso que o papel da comunicação social livre é o mais importante numa sociedade democrática, mais do que qualquer alternância política.

E por falar em alternância, o que se pretende e que se deve exigir, é uma mudança nas políticas, mudando o que deve ser mudado, e aqui entra a linha ideológica, que tem de ser no mínimo revolucionária e a favor dos Madeirenses na sua totalidade, acabe-se já com os fretes e os facilitismos, a Madeira do Futuro tem de ser uma Madeira da Justiça Social, uma Madeira pouco Aristocrática, e aqui concordo com Alberto João Jardim, a Madeira será aquilo que os Madeirenses quiserem, e os Madeirenses estão fartos do Jardinismo e da Renovação Albuquerquiana.

O meu conceito de Autonomia, define-se pela luta intransigente a favor da Ilha da Madeira, e para mim ser Madeirense, é todo aquele que queira viver na Ilha da Madeira.

Post Scriptum:

​ Acredito que a Madeira mudará para melhor.