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Plataforma da PSP e GNR considera que nova proposta pode ser inconstitucional

Data de publicação
15 Maio 2024
22:00

A plataforma que congrega as estruturas da PSP e GNR considerou hoje que a nova proposta do Governo de suplemento de missão cria “situações ilegais e até no limite inconstitucionais”, avançando que no futuro “há uma perda” de salário.

No final da reunião entre a ministra da Administração Interna e os seis sindicatos da PSP, Bruno Pereira explicou aos jornalistas que a proposta hoje apresentada tem como “única diferença” da anterior “um valor que duplica”.

“Passa de um aumento de 75 para 150 euros, mas tem por base uma cláusula de salvaguarda, o que significa que para amanhã teríamos um aumento no limite de 150 euros, mas para os polícias que entrem de novo ou para quem transite e progrida dentro da profissão haverá uma perda substancial de salário”, precisou o também presidente do Sindicato Nacional dos Oficiais de Polícia (SNOP).

Bruno Pereira considerou que “no limite criar situações ilegais e até no limite inconstitucionais”, uma vez que passa a existir polícias “na mesma categoria e no mesmo índice a ganhar valores manifestamente diferentes”.

O Governo apresentou hoje uma nova proposta aos sindicatos da PSP e associações socioprofissionais da GNR, propondo um suplemento de missão entre os 521 e os 730 euros e o fim do atual suplemento por serviço e risco nas forças de segurança.

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