O deputado madeirense do Chega na Assembleia da República acusou o ministro da Administração Interna de tentar impor às forças de segurança uma visão ideológica baseada no multiculturalismo e na diversidade, considerando que essa orientação tem contribuído para o enfraquecimento da autoridade policial e para o agravamento de problemas de segurança em vários países europeus.
Segundo Francisco Gomes, o papel do ministro da Administração Interna não é promover agendas políticas ou ideológicas, mas sim garantir a autoridade do Estado, o respeito pelas forças de segurança, a ordem pública e a proteção dos cidadãos.
“As forças de segurança não existem para frequentar cursos de reeducação ideológica nem para servir de instrumento às obsessões ridículas de um ministro ‘woke’. Existem para proteger os cidadãos, combater o crime e fazer respeitar a autoridade do Estado!”
O deputado considera que Luís Neves está mais preocupado em promover as narrativas políticas que têm levado a situações desastrosas em toda a Europa do que em responder aos problemas de segurança que afetam os portugueses.
Também alertou para o aumento da criminalidade, dos conflitos sociais e dos crimes sexuais, associando esses fenómenos ao que diz ser a “imigração descontrolada”.
O parlamentar acusou ainda o ministro de desvalorizar o papel das forças de segurança e de contribuir para o enfraquecimento da autoridade policial. Segundo Francisco Gomes, o País precisa de um ministro focado na segurança dos portugueses e não na promoção de agendas pessoais.