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Irão condena “ataque atroz” de Israel que matou primeiro-ministro huthi do Iémen

Data de publicação
31 Agosto 2025
10:36

O Irão condenou hoje o “ataque atroz” de Israel contra o Iémen, de que resultou a morte do primeiro-ministro do governo controlado pelo grupo rebelde huthi, Ahmed al-Rahawi, e de vários dos seus ministros.

Teerão instou, também, a comunidade internacional a agir com urgência para travar a “conduta beligerante” do Estado judaico.

“O ataque atroz do regime sionista contra infraestruturas e zonas residenciais do Iémen e o assassinato de altos responsáveis e cidadãos inocentes constitui um claro crime de guerra e contra a humanidade”, considerou o Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano em comunicado.

O Irão classificou como “ação terrorista” o ataque israelita da última quinta-feira contra uma instalação que abrigava dezenas de altos funcionários huthis na capital iemenita, Sanaa, no qual morreram o primeiro-ministro rebelde e vários membros do seu gabinete.

Perante esta ação, Teerão alertou para as crescentes ameaças que a “expansão e o terrorismo organizado” israelita representam para a paz e a segurança internacionais, e exigiu uma resposta séria por parte da comunidade internacional e dos países islâmicos para “travar a conduta beligerante” de Israel.

“O Conselho de Segurança da ONU e todos os Estados-membros têm a responsabilidade de agir urgentemente para deter as ações bélicas do regime ocupante e exigir responsabilidades aos seus líderes criminosos”, sublinhou o Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano.

Os houthis do Iémen, que lançam frequentemente mísseis balísticos e drones contra Israel no que descrevem como atos de solidariedade face ao “massacre” em Gaza, fazem parte da aliança informal anti-Israel conhecida como “Eixo da Resistência”, que também integra os palestinianos do Hamas, o Hezbollah do Líbano e várias milícias lideradas por Teerão.

Em resposta a esses ataques, a aviação israelita bombardeou alvos em Sanaa e outras áreas do Iémen.

Os confrontos começaram após o início da guerra em Gaza, desencadeada pelos ataques do Hamas em 07 de outubro de 2023, e continuaram, apesar do cessar-fogo alcançado em maio entre os houthis e os Estados Unidos, principal aliado de Israel.

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