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Caça de rinocerontes desce para níveis mais baixos desde 2013 na África e Ásia

JM-Madeira

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Data de publicação
22 Agosto 2022
18:49

Os números da caça furtiva aos rinocerontes em África e na Ásia desceram para os níveis mais baixos desde 2013, disse a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), mas a espécie está ainda ameaçada.

De acordo com um estudo divulgado pela UICN, 5,3% de todos os rinocerontes em África foram caçados em 2015, mas essa taxa caiu para 2,3% em 2021, com 90% dos casos a serem registados na África do Sul, país em que a população de rinocerontes caiu 1,6% anualmente entre 2018 e 2021, havendo agora apenas mais de 22 mil destes animais.

Os especialistas inclinam-se para a possibilidade de esta melhoria nos números estar ligada às medidas de combate à pandemia de covid-19, que obrigou as pessoas a ficarem em casa para conter a propagação do vírus, refere a agência Efe.

Segundo o estudo da UICN, isto poderia explicar o facto de a caça furtiva ter aumentado no ano passado, para 451 rinocerontes caçados na África do Sul e seis no Quénia, o que compara com 394 na África do Sul e zero no Quénia, no ano anterior.

Entre 2018 e 2020, houve entre 575 e 923 chifres de rinocerontes a serem vendidos ilegalmente nos mercados, enquanto entre 2016 e 2017 o número foi de 2.378.

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