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Putin quer carros russos para funcionários públicos em vez de estrangeiros

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Data de publicação
03 Agosto 2023
15:08

O Presidente russo, Vladimir Putin, apelou hoje à exclusão das compras estatais de automóveis de fabrico estrangeiro para utilização pelos funcionários públicos, que deverão começar a usar viaturas nacionais.

"Vários ministérios e entidades pediram para manter as compras, especialmente de automóveis de fabrico estrangeiro. Manter esta prática. Eu respondi que isso deveria ser completamente excluído e que todos os funcionários deveriam mudar para carros nacionais", disse Putin, durante uma reunião com empresários russos.

Segundo Putin, "não acontecerá nada de terrível se se tratar de um transporte um pouco mais modesto".

"Pelo contrário, todos estes magníficos funcionários devem compreender que é necessário ter como objetivo desenvolver marcas nacionais, carros nacionais e outras produções nacionais", acrescentou, citado pela agência espanhola EFE.

Após o início da guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022, e a imposição de sanções ocidentais, a grande maioria dos fabricantes de automóveis estrangeiros com fábricas na Rússia abandonou o país.

Apenas quatro dias após a entrada das tropas russas na Ucrânia, a Renault suspendeu as atividades na Rússia, seguida da Volvo Trucks e da Volkswagen, ambas com fábricas em Kaluga, e da Toyota, com uma fábrica em São Petersburgo.

Além disso, o fornecimento de peças e a exportação de veículos para a Rússia foram interrompidos, obrigando o setor automóvel russo a procurar alternativas para as marcas russas como a Lada, a Kamaz ou a Uaz.

As autoridades russas anunciaram igualmente o relançamento da marca Moskvich, retirada do mercado em 2002.

Apresentaram primeiro um ‘crossover’ Moskvich a gasolina de conceção chinesa, fabricado em grande parte com componentes do gigante asiático, e depois um ‘sedan’ que é uma cópia integral do chinês JAC Sehol A5 Plus.

Antes da guerra, a indústria automóvel dava emprego direto ou indireto a mais de 3,5 milhões de russos, segundo a EFE.

Lusa

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