Jornadas JM: “É preciso por o dedo na ferida, mas também é preciso dizer o que se pode fazer”

Marco Milho

Durante a segunda sessão de questões da plateia, Nélio Freitas considerou que, apesar dos temas debatidos e das questões levantadas, não foram apresentadas soluções, questionando André Diogo.

"A primeira coisa em que temos de pensar é receber bem”, disse o diretor geral da Estalagem da Ponta do Sol, sem, no entanto, se alongar em pormenores.

“É preciso por o dedo na ferida, mas também é preciso dizer o que se pode fazer”, retorquiu Nélio Freitas.

André Diogo reforçou a ideia que já havia abordado, aludindo a uma “poluição” da marginal da vila, ao que Célia Pessegueiro respondeu referindo a possibilidade de criar uma zona de coexistência entre o tráfego rodoviário e os peões. O empresário, contudo, discordou e referiu acreditar ser mais proveitoso a utilização do espaço para a criação de espaços verdes, aproveitando outros locais para estacionamentos.