Debate JM: Transportes aéreos e marítimos geram discussão acesa entre candidatos

Paula Abreu

O eterno problema dos Transportes aéreos e marítimos motivou uma troca acesa de argumentos entre Nuno Baptista e Miguel Brito, com acusações mútuas de demagogia política.

O candidato pelo PS acusou o Governo Regional de não querer pagar dois milhões de euros para manter a linha marítima durante o mês de janeiro, o que revela que o executivo coloca um custo na continuidade territorial.

Já Nuno Batista, do PSD/CDS acusou o socialista de estar ele próprio a fazer demagogia política acusando sempre o governo regional pelo problema e de não estar preparado para ser presidente de Câmara.

Disse que a sua candidatura defende a criação do bilhete único para o residente da Região e abordou os custos elevados dos contentores. Nuno Batista quer que, até 2025, ano em que termina o atual contrato, quer que sejam resolvidos esses problemas.

Já no que toca aos transportes aéreos, ataques à TAP por ter “abandonado o Porto Santo”, durante o inverno. Essa é uma batalha assumida por Nuno Baptista que quer ainda que o avião que liga as ilhas não tenha um limite de 35 lugares. “Se concorrer outra companhia, com um avião com inferior número de passageiros, cai por terra o bilhete para os desportistas para os jovens poderem aproveitar isso diariamente de uma ilha para o outro. Também temos de ter um voo diário no inverno, mas a TAP abandonou-nos. Não sabemos se isto já é uma perseguição à Região Autónoma”.