Bernardo Trindade alerta para consequências da providência cautelar à TAP

Patrícia Gaspar

“Nós compreendemos a posição de uma associação. Agora, é também preciso perceber a proporção daquilo que representa porque para parar a TAP… alguém teria de assumir as consequências”, afirmou, ao JM, o administrador da companhia a propósito da providência cautelar da Associação Comercial do Porto para travar auxílio estatal à companhia aérea.

Depois do presidente do Conselho de Administração da TAP, Miguel Frasquilho, ter-se revelado esta semana “muito surpreendido” com a providência cautelar, agora é a vez de Bernardo Trindade alertar para as consequências desta ação.

“A proveniência foi aceite, o governo tem mecanismos para ultrapassar essa providência porque é bom que as pessoas não se esqueçam que a TAP é uma companhia que emprega mais de 10 mil pessoas, contribui para compras nacionais de mais de 1.300 milhões de euros e contribui com mais de 300 milhões de euros impostos diretos e indiretos em Portugal”, vincou.