Plano de incentivos reforça fundo perdido e prolonga ajudas até dois anos pós pandemia

Patrícia Gaspar

Apresentado esta tarde, o programa de ‘Incentivos à Economia da Região’ quer agilizar a entrega dos apoios e reduzir a burocracia.

O Conselho Económico de Economia presidido pela ex-líder da ACIF e empresária, Cristina Pedra, deu a conhecer, esta terça-feira, o programa de ‘Incentivos à Economia da Região’.

Conforme explicou o secretário da Economia, durante a apresentação que decorreu no Centro de Estudos de História do Atlântico, as verbas previstas vão privilegiar dois campos de ação: a ‘sobrevivência e resiliência’ das empresas e o ‘plano para o desenvolvimento futuro da Madeira’.

A primeira intervenção vai manter a linha de apoios à tesouraria, com atribuição de apoios a fundo perdido. Aqui, encontram-se os gastos com salários e exportação de mercadorias.

Previsto está também a criação do ‘Invest Rápido’ que integra um subsídio não reembolsável em 75%, num máximo de 75 mil euros, voltado para projetos nas áreas de inovação, investigação, internacionalização e a economia azul.

O Governo, através da secretaria da Economia, tem como prioridade a manutenção dos postos de trabalho. Em cima da mesa, estão outros apoios como a continuidade dos subsídios após a pandemia e a criação de um microcrédito, para projetos até 20 mil euros.

Novidade é também a criação de um pacote de subsídio dirigido ao setor do Turismo no que se refere às unidades hoteleiras.

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