O Índice de Custo do Trabalho na Madeira (ICT), no primeiro trimestre de 2026, aumentou 5,1%, em termos homólogos, percentagem esta que aplica, de igual modo, aos custos salariais.
Como refere a Direção Regional de Estatística da Madeira, os custos salariais incluem o salário base, prémios e subsídios regulares, prémios e subsídios irregulares (subsídio de férias; subsídio de Natal; prémios de fim do ano/distribuição de lucros; outros prémios e subsídios pagos com caráter irregular), pagamento por trabalho extraordinário e pagamento em géneros.
Subiram, de igual modo, outros custos (não salariais, também por hora efetivamente trabalhada), que registaram igualmente um acréscimo homólogo de 5,1%. Entre estes, estão incluídos indemnizações por despedimento, encargos legais a cargo da entidade patronal (contribuição patronal para a Segurança Social; seguro de acidentes de trabalho e doenças profissionais), encargos convencionais, contratuais e facultativos (prestação complementar de reforma/invalidez; seguro de saúde; seguro de vida/acidentes pessoais; prestações sociais pagas diretamente ao/à trabalhador/a em caso de ausência por doença).
Segundo a DREM, a evolução homóloga do ICT na RAM resultou do aumento dos custos médios por trabalhador e da diminuição do número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador.
A nível nacional, o valor daquele índice registou um acréscimo homólogo de 4,9%: mais 5,0% na componente dos custos salariais e mais 4,6% nos outros custos.