The Duke of Edinburgh’s International Award no Funchal entre 10 e 13 de setembro

A organização da 10th Regional EMAS Conference convida todos os interessados para o cocktail de boas vindas e apresentação dos trabalhos da 10ª Conferência Regional EMAS (Europa, Mediterrâneo e Países Árabes) 10th EMAS Regional Conference do “The Duke of Edinburgh’s International Award”, que terá lugar a 10 de setembro, pelas 19 horas, nos Jardins do Hotel Pestana Casino Park, no Funchal.

A cerimónia contará com a presença do duque de Bragança (fundador e patrono do programa Prémio Infante D. Henrique, em Portugal), de Miguel Horta e Costa, presidente da Direção do Prémio Infante D. Henrique, de John May, secretário-geral do Programa Mundial “The Duke of Edinburgh’s International Award”, e de Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional da Madeira.

Para além de Portugal, país anfitrião, estão confirmados representantes de 18 países: Alemanha, Bulgária, Eslovénia, Finlândia, Irlanda, Israel, Gibraltar, Holanda, Irlanda, Jordânia, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, República Checa, Reino Unido, Roménia e Turquia, além de responsáveis da “The Duke of Edinburgh's International Award Foundation”.

Esta é a segunda vez que a Conferência Regional EMAS do DofE se realiza em Portugal. A primeira teve lugar, em 2008, no Estoril.

Note-se que a cerimónia de boas vindas é reservada a convidados, pelo que a organização agradece a indicação da sua presença.

O Prémio Infante D. Henrique é a versão portuguesa do “The Duke of Edinburgh’s International Award”, fundado em 1956 pelo duque de Edinburgo. Em 1988, no Porto, Dom Duarte, duque de Bragança, fundou a versão portuguesa, que adotou o nome Prémio Infante D. Henrique.

O prémio está presente em mais de 140 países e territórios em todo o mundo e envolve mais de 1,3 milhões de participantes. Com os seus três níveis de reconhecimento, Bronze, Prata e Ouro, é um programa voluntário e não competitivo, destinado a jovens entre os 14 e os 24 anos.

Providencia uma estrutura bem testada de educação não formal para todos os jovens, independentemente das suas origens, e que todos podem usufruir.

Ao criar oportunidades para que todos os jovens possam desenvolver as suas capacidades, através de atividade física, prestar serviço e experimentar a aventura, o prémio pode desempenhar um papel crítico no seu desenvolvimento fora da sala de aula.

Permite também que as suas conquistas sejam reconhecidas de forma consistente em todo o mundo, dando aos jovens um exclusivo reconhecimento internacional das suas experiências.

O prémio está a transformar indivíduos, comunidades e sociedade em todo o mundo.

Os jovens que fazem o “Award” tornam-se mais confiantes e resilientes, desenvolvendo competências em áreas como a comunicação, resolução de problemas e liderança. O que, em consequência, impacta as comunidades em que se inserem, melhoram a sua empregabilidade, níveis de saúde, de bem-estar e educacional. É um benefício também reconhecido por universidades e empresas em todo o mundo.

JM