Filho de “papai” vai para embaixador!

“Pretendo beneficiar meu filho sim!”, estas palavras causaram indignação no Brasil e em Portugal, por uma esquerda que está sempre pronta a atacar tudo o que não seja da sua área política. Isto é, os bons costumes só interessam àqueles que não são da sua área política. Se em algum país de esquerda ou algo assim semelhante se viola os direitos do Homem não interessa, fizeram bem, se fazem atentados contra a população não interessa, são de esquerda e são bons rapazes

Claro que seria escândalo, Jair Bolsonaro colocar um filho como ministro ou sei lá, a esposa como ministra, quem sabe até indicar como candidato a alguma coisa. Tudo isto seria um escândalo de dimensão Mundial e a esquerda viria toda contestar. Também seria um escândalo, obrigar um deputado a renunciar ao mandato, porque havia uma mana na cúpula do partido que a queria ter próxima de si no Parlamento. Ai… Se fosse o Trump… O que não diria a esquerda.
Tenho a certeza que argumentaria: o filho de um professor, pode ser professor, o filho de um médico, pode ser médico, um filho de um canalizador pode ser canalizador, por que carga de água, é que o filho de um político não pode ser político?
E teria toda a razão, um filho de político pode ser político, desde o momento em que “político” seja profissão, que eu saiba ninguém é político por profissão, normalmente são juristas, advogados, engenheiros, pedreiros, ferreiros, mineiros e todas as outras profissões, agora, a profissão de político foi a primeira vez que ouvi dizer… Mas claro que pode ser! Desde que sejam de esquerda!
Ainda bem, que este tipo de coisas de beneficiar os filhos e colocar em lugares apetecíveis, até eu gostaria de ser embaixador nos Estados Unidos ou nas Nações Unidas, é algo que só se vê em países como o Brasil e até nos Estados Unidos América, em que o Trump colocou filha e genro em diversos locais.
Cá na nossa terra, nenhum político atrever-se-ia a fazer, até porque cá é só com mérito e muito trabalho, trabalho no duro e que duro é o trabalho.
Como diria o candidato à Ordem dos Arquitetos e que foi deputado na República pelo Partido Socialista da Madeira: “Mais um filho do papá. Não há paciência.” De certeza que se referia ao Eduardo Bolsonaro filho de papai.