Unir para inglês ver

Partido Socialista assume o erro em não ter colocado a Liliana como candidata e agora convida Carlos Pereira para ser o seu candidato às eleições legislativas nacionais.
Este não é um sapo que o candidato a Presidente do Governo Regional pelo PS-Madeira está a engolir, é um verdadeiro elefante. Nota: no meio disto tudo, ninguém sabe quem é o líder do PS-Madeira.
No meio disto tudo há prós e contras:
Prós – aparente união, candidato válido, que trabalhou nos últimos meses, já conhece os passos perdidos da Assembleia da República e outras;
Contra – Caso o PS-Madeira perca as eleições regionais, ele irá pedir a cabeça ao líder, mas o problema, caso ele não tenha melhor resultado na semana seguinte, também ele perde a cabeça e fica fora de uma putativa corrida à liderança do PS. Sendo candidato à AR, não será colocado em secretário regional;
Já agora, o Carlos Pereira pode ter algo para sorrir, pois continuará como deputado na AR, mas a felicidade é mais para os outsiders, porque, caso os resultados sejam maus, serão nas duas eleições e os candidatos à liderança do PS-Madeira serão esses outsiders. Logo, Carlos Pereira terá que fazer uma campanha junto do candidato e também aqui ele próprio engolir umas solas de sapatos.
No meio de tudo isto, o PS-Madeira entra em jogo em setembro com todas as suas fichas, com vontade de vencer as duas eleições e demonstra isso de forma clara. Desta vez, ao contrário destes 40 anos, apresenta o candidato com francas possibilidades de ganhar.
A grande vantagem no meio de tudo isto é que nestas eleições só existem dois partidos com possibilidade de ganhar, todos os outros já disseram com quem farão ou não coligação, por esse motivo está demonstrado que votar nos outros partidos é o mesmo que votar num destes dois partidos. Logo, há que criar uma estabilidade governativa, pois é disso que a Região Autónoma da Madeira precisa, e para quê votar nos pequenos partidos? Aqui só temos duas opções ou o PSD ganha ou o PS ganha.
Todos os votos contam e todos os votos são úteis, não podemos querer que aquele partido faça um acordo com partido A ou B, para criar instabilidade e dificuldades governativas, consequentemente dificuldades na vida de todos nós, com impedimos para criar forças de bloqueio às ações governativas. Este cenário aplica-se tanto a uma putativa vitória do PS como do PSD.
Concluindo, só existem duas opções, ninguém vai votar no partido Z ou Y para que os candidatos do Partido Socialista ou o PSD ganhem, vota logo nesses candidatos, ou não?