Rui Barreto destaca trabalho solidário e caritativo da comunidade na Venezuela

Redação

O secretário regional da economia visitou, esta segunda-feira, as instalações da Sociedade de Beneficência de Damas Portuguesas, em Caracas, uma oportunidade para Rui Barreto destacar o papel meritório desta instituição ao serviço da solidariedade e da caridade.

Rui Barreto, que foi agraciado com o botão distintivo daquela associação, começou por destacar “o papel relevante que a Sociedade de Beneficência de Damas Portuguesas desenvolve e tem desenvolvido ao longo de décadas, um verdadeiro exemplo de dedicação e ajuda ao próximo”.

Por isso, e em nome do Governo Regional, Rui Barreto agradeceu “o relevante trabalho solidário que a associação tem desenvolvido na Venezuela, praticando e defendendo uma causa nobre. Isso é de uma enorme importância, porque é um sinal de que estão atentas àquilo que se está a passar à nossa volta. Isso enche-nos de conforto e de alegria porque estão a dar aos outros aquilo que os outros também já deram”, rematou.

De acordo com o Rui Barreto “é assim que se faz a solidariedade, dando parte do nosso tempo aos outros. É assim que se vive em fraternidade. É assim que as sociedade ficam mais unidas e, em momentos de crise, em momentos de desânimo, em situações como as da pandemia, em crises económicas, nós conseguimos ultrapassar as dificuldades”.

Isso só é possível, acrescentou ainda Rui Barreto, “quando existem associações como a Sociedade Beneficência de Damas Portuguesas, com uma identidade cultural que me deixou comovido pelo trabalho que desenvolvem em prol da comunidade e dos mais necessitados”.

Aproveitando a presença do cônsul-geral de Portugal em Caracas, Licínio Amaral, Rui Barreto felicitou “o seu trabalho extraordinário, junto ao Santuário de Fátima dos Altos Mirandinos, para onde deslocou um posto de atendimento consular, por forma a evitar que a comunidade, residente na área de Los Teques, tenha de se deslocar a Caracas para tratar de questões como as renovações de passaportes ou cartões do cidadão”.

Esta solução, acrescentou Rui Barreto, “permite que as instituições - e neste caso particular o Consulado de Portugal em Caracas - vão ao encontro das populações e não, pelo contrário, terem estas de ir a Caracas tratar dos seus assuntos”.

Isto também só é possível, disse o governante, “porque aquele santuário agrega não apenas o espaço de culto religioso, mas também, agora, um espaço consular, estando ainda previsto um gabinete médico e uma área reservada para o ensino da língua, de cultura, com uma biblioteca. Tudo isso é revelador do trabalho exemplar que a comunidade portuguesa e a madeirense tem desenvolvido na Venezuela”.

Na ocasião, Rui Barreto realçou, igualmente, a importância do Lar Padre Joaquim Ferreira, gerido pela Junta Diretiva do Lar em articulação pela Sociedade Beneficência de Damas Portuguesas, uma obra que, conforme afirmou, “é o fruto de muito trabalho, também com o contributo do Governo da Madeira e de entidades como a Academia do Bacalhau, entre outras”.

A este propósito, Rui Barreto, aproveitando a presença do presidente da Academia do Bacalhau, José Luís Ferreira, fez questão de enaltecer o seu trabalho. Tal como afirmou, “é um grande empresário na Venezuela, mas tem sido uma pessoa de grande fraternidade e dedicada aos outros, sempre pronto a ajudar”.