Covid-19 na Venezuela faz soar alarmes junto da comunidade

Marco Sousa

A Venezuela vai continuar em “quarentena radical” preventiva da covid-19. A decisão foi tomada no passado domingo após ter sido registado um novo máximo diário de infeções por Covid-19 (1.786).

“Mantém-se a quarentena radical durante os próximos sete dias, necessitamos radicalizar para ver resultados”, anunciou o Presidente da Venezuela, numa transmissão simultânea e obrigatória nas rádios e televisões locais.
Maduro reforçou que é necessário “manter os cuidados e a prevenção” não podendo a população desistir num momento tão delicado.
Conforme testemunhou o JM, a comunidade portuguesa que reside neste país sul-americano tem partilhado alguma preocupação através das redes sociais, nomeadamente em grupos de Whatsapp.
Nestes grupos é possível visualizar alguns pedidos de ajuda (monetária ou de oxigénio) para alguns dos nossos conterrâneos que estão a enfrentar este vírus.
Recorde-se, na passada quinta-feira, 1 de abril, faleceu de um padre madeirense que residia em terras de Simón Bolívar e que acabou por não resistir às complicações causadas pela infeção por Covid-19, prontamente noticiado pelo JM.